Quando devo levar meu filho a um psicólogo infantil?
- Larissa Mariano
- 24 de jul. de 2023
- 2 min de leitura
Frente a alguns comportamentos e situações difíceis que envolvem os filhos, é comum que alguns pais tenham dúvidas sobre o levar ou não o filho ao psicólogo.
Mas como saber se é necessário ajuda profissional?
Às vezes as crianças manifestam comportamentos que indicam que algo não vai bem ou passam por situações que não conseguem lidar sozinhas.
Algumas dessas situações podem chamar a atenção e serem possíveis indicações para levá-lo a um psicólogo infantil:

Choro excessivo
Quando a criança chora mais que o comum, algumas vezes sem motivo ou explicação aparente, de forma intensa ou persistente.
"Birra" excessiva
As chamadas "birras", que envolvem gritos, choros e grande resistência ao "não" podem indicar que algo está acontecendo com a criança.
Enurese e/ou encoprese
Quando a criança, após o desfralde, faz xixi e cocô na cama ou na roupa.
Irritabilidade e agressividade excessivas
Se a criança vive irritada e tem demonstrado comportamentos agressivos, seja em casa ou na escola.
Recusa em ir para a escola
Algumas crianças choram e se desesperam com a ideia de ficarem sozinhas na escola, o que causa intenso sofrimento para elas e para os pais, que muitas vezes precisam deixá-las mesmo aos prantos. Esses casos podem indicar dificuldades a serem trabalhadas.
Timidez excessiva
Existem crianças mais tímidas que as outras, mas se isso vem atrapalhando a rotina e o desenvolvimento social da criança, é importante tentar entender o que está havendo e auxiliá-la.
Necessidade extrema de proximidade com os pais
Crianças com ansiedade de separação, que não conseguem ficar longe dos pais e solicitam a presença de um deles ou ambos em todas as situações.
Dificuldade de aprendizagem ou de atenção
Quando a criança é extremamente desatenta, tem dificuldades para focar em algo por muito tempo, esquece das coisas muito facilmente ou apresenta dificuldades para aprender.
Ciúmes excessivos após a chegada de um irmão
É esperado que, na chegada de um irmãozinho, surja situações de ciúmes. Mas se isso se tornar intenso e vier a prejudicar o desenvolvimento da criança, que regride em coisas que havia superado, ou interferir muito negativamente na dinâmica familiar, é importante oferecer ajuda.
Medos excessivos
Medos intensos que impedem ou atrapalham a criança a realizar tarefas do dia-a-dia, para as quais já estaria preparada de acordo com sua fase do desenvolvimento.
Separação dos pais
Casos de separações conturbadas, ou quando a criança não lida bem com a falta diária de um dos pais.
Perda de algum familiar ou pessoa próxima
Situações de luto ou separações, que não são bem compreendidas e aceitas pela criança.
Dificuldades no relacionamento com as pessoas
Crianças com dificuldades intensas de socialização ou de contato com seus pares.
Queixas escolares
Queixas em geral vindas da escola.
Tristeza e/ou isolamento
Comportamento retraído e demonstração de tristeza, muitas vezes sem motivo aparente.
Mudanças bruscas no comportamento em geral
Todo comportamento que se modifica de forma brusca e/ou intensa chama atenção para algo que pode estar havendo com a criança.
Também são indicações comuns situações em que os pais sentem que os filhos estão com dificuldades, mas não estão conseguindo compreender e lidar com elas.
Além dos encaminhamentos vindos de outros profissionais, como pedagogos, professores, médicos, nutricionistas, fonoaudiólogos, entre outros.






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